Por vezes desejamos transformar sonhos em abraços, transpor e transformar o incrível em tocável.
Eu sonho com o que quero.
Vejo-me como quero, não dimensiono a mim, pois não permito que me roubem o encantamento do novo.
Não desejo o infinito, mas a felicidade do crível.
Vou onde quero, passeio por paisagens e caminhos diferentes, atendo-me e atando-me às estradas e curvas que me levarão onde realmente quero chegar.
Sou o que quero ser. Sou aquilo em que acredito. Sou a vida que levo e os conceitos que estabeleço, construídos e renovados ao sobejo da dúvida.
Tenho e sou a chance personificada do meu desejo. Trago a doçura da felicidade aos meus dias.
A força do recomeço ao meu corpo.
A dor da saudade ao meu travesseiro.
A esperança do novo ao novo, intrínseco ao passar do tempo.
Sou feliz, embora não tenha as melhores coisas, mas vivo o que há de melhor em mim, faço das oportunidades a realidade que quero viver.
Felicidade presente nas lágrimas, na dor de feridas outrora abertas, felicidade presente na busca e nas tentativas frustradas.
A felicidade chegou-me por poder reconhecê-la em cada rosto que vejo, em cada abraço que recebo, em cada palavra de incentivo que escuto.
Intensidade, eis meu passado.
Brilhante, eis meu futuro.
Perdoei erros, enterrei decepções.
A vida é curta demais para que eu não permita que minhas emoções ecoem na eternidade.
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